Isaura, Uma Caminhante Atemporal

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A IDÉIA DESTE ESPAÇO É COMPARTILHAR MATERIAL, INFORMAÇÕES, QUE POSSAM NOS AUXILIAR A VIVER COM AMOR E SERENIDADE, COMO FILHOS DE GAIA, QUE ESTAMOS, E COMO FRACTAIS DO GRANDE AMOR CÓSMICO, QUE SOMOS.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Kin 101, Dragão Planetário Vermelho

Como aperfeiçoar o que faço?

Kin 101, Dragão Planetário Vermelho

Nutrir, Produzindo o Ser com o poder do Nascimento
Kin 101, Dragão Planetário Vermelho
Kin 101, Dragão Planetário Vermelho
Após mobilizar e pulsar minha intenção no tom nove (tom solar), essa energia actualiza-se no tom Planetário (LAHUN). Aqui, a essência e o físico encontram-se e unificam-se. O céu toca a Terra, o espírito e a matéria unem-se. A actualização do potencial criativo está no coração da minha essência, e traz profundidade, riqueza e importância à minha vida. Todo o mundo manifestado é na verdade a imaginação concretizada. Tudo o que trago para o mundo (as minhas energias mentais, físicas e emocionais) contribuem para a equação planetária. O tom Planetário pede-me para me lembrar das coisas que produzo na minha vida e o que elas significam. Sem julgamento só existe a perfeição! Alcanço o máximo da minha produtividade, trabalho com todo o coração para aperfeiçoar os meus esforços. Aceito a existência da perfeição em toda a forma de manifestação. Permito que a perfeição seja um processo contínuo de aspiração. Deleito-me com tudo o que foi entregue ao nosso planeta e aproveito tudo o que o planeta me entrega.
O Dragão Vermelho (IMIX) representa o início, a fonte primária, a mãe da vida, as águas primordiais, o que dá à luz, o iniciador, o fornecedor. A causa primeira, a origem de tudo, o que nutre a vida. É a energia que manifesta o que há de mais oculto dentro de mim, algo muitas vezes desconhecido pela minha consciência.
Sinto-me profundamente conectado com os desejos mais íntimos da minha alma, que normalmente se escondem nos outros dias. Expresso esses desejos ao universo e às pessoas que me cercam. Peço ao universo o que preciso e o que, realmente, quero da vida. Inicio, nutro ideias e faço nascer. O Dragão faz-me notar que o universo está constantemente a ouvir-me e que sou completamente responsável pelos eventos que vivo. Como ser individual, sou uma parte de um conjunto maior. Quando consigo ver a vida como algo que parte de uma única fonte, adquiro empatia, paciência e bondade. Ao nutrir os outros, nutro-me a mim mesmo e à minha unificação. O Dragão leva-me a questionar o que está por trás da vida, o que jaz debaixo de tudo o que sou e faço. Tenho acesso ao estado de Ser quando estou livre de qualquer compromisso, rumo ou obrigação. Quando não tenho nada a provar ou nenhum lugar para ir, resta-me apenas a pura e abundante existência.
Manifestações ocorrem a todo o instante. O importante é ser um manifestador consciente. Com consciência posso ter acesso à liberdade e ao poder para expressar as minhas capacidades plenas. Manifesto o que planifico, o que alimenta a minha alma e me dá uma sensação de sucesso, satisfação e amor. Abro-me para receber o apoio do Universo a fim de criar abundância e aperfeiçoar as minhas manifestações.
Texto: Sónia Dias

Kin 101, Dragão Planetário Vermelho

Eu aperfeiçôo com o fim de nutrir
Produzindo o ser
Selo a entrada do nascimento
Com o tom planetário da manifestação
Eu sou guiado pelo poder da Água universal

“Trabalharemos em grupo para adquirirmos conhecimentos e definir nossas emoções.”


TOM 10: Planetário (LAHUN) – Como aperfeiçoar o que faço?
PODER – Aperfeiçoa | ACÇÃO – Produz | ESSÊNCIA – Manifestação
SELO 01 – Dragão Vermelho (IMIX)
PODER – Nascimento | ACÇÃO – Nutrir | ESSÊNCIA – Ser
https://www.pan-portugal.com
https://www.lamatestrelagalacticadesaintgermain.blogspot.com

domingo, 20 de outubro de 2019

       

A Mãe das Estrelas


...”Ouça as palavras da Deusa estelar, cujo corpo engloba o universo e a poeira dos seus pés forma as hostes celestes”. O Mandamento da Deusa, de Doreen Valiente.

                                Mirella Faur

A humanidade sempre sentiu fascínio pelas estrelas e ao longo dos tempos as constelações ofereceram imagens e sabedoria para a criação de mitos e lendas. Os nomes atuais das estrelas são, na sua maioria, de origem grega e romana, porém muito antes destas civilizações, os povos nativos exploravam a vastidão do céu e criavam seus próprios mitos e arquétipos divinos.
Os nativos norte-americanos consideravam a “estrela matutina e vespertina” (nomes de Vênus nas suas diferentes aparições em função da época do ano) como representações do princípio masculino e feminino. Um motivo comum nas suas lendas era a metamorfose de uma Mulher Estrela em uma linda mortal e seu desaparecimento depois de casar com um humano. Outros mitos chamam as estrelas de Filhos do Sol e da Lua, que, por temerem o Sol que engolia seus filhos, desapareciam de dia e voltam para dançar junto da sua mãe, a Lua, na chegada da noite. Os povos siberianos acreditavam que as estrelas são janelas de cristal pelas quais os deuses olham para a terra, o céu sendo uma grande tenda. A Via Láctea - que marca o centro da nossa galáxia - é descrita por alguns mitos como uma estrada, rio ou ponte entre os mundos.
Os índios navajos dizem que ela foi formada pelo coiote que espalhou pedras brilhantes no céu, formando a ponte que liga o céu à terra. Já os maias achavam que ela era a estrada pela qual as almas iam para o mundo subterrâneo. No antigo Egito a luminosa estrela Sirius era alvo de veneração, seu aparecimento no céu coincidindo com a cheia do rio Nilo que trazia fertilidade e prosperidade. Os templos de Ísis, Hathor e Nut eram orientados para Sirius, que era o local de repouso das almas dos faraós e sacerdotes. Ísis era tradução grega do nome Au Set ou Sothis, equivalente de Sirius. A constelação Canis Maior a qual pertence Sírius é formada por 7 estrelas que deram origem aos 7 aspectos de Hathor e à serpente com 7 cabeças. A deusa árabe Al-Uzza também é associada com Sirius; os mitos semitas relatam a descida das deusas Ishtar e Astarte do planeta Vênus. Os títulos Rainha Celeste e Estrela Guia foram atribuídos a estas deusas, bem como à Inanna e “herdados” depois por Maria.Inanna era descrita vestida com uma túnica de estrelas e um cinto formado pelo zodíaco.
Existem inúmeros mitos sobre as Plêiades, chamadas também de Sete Irmãs, “A galinha e seus pintinhos” ou “As choronas”, sua aparição sendo prenúncio da estação de chuvas, um marco importante para navegação e início do Ano Novo em vários lugares.. Elas formam um pequeno grupo na constelação de Touro, seis sendo visíveis a olho nu. Em contraste com seus efeitos míticos benéficos, na astrologia lhes é atribuída uma influência nefasta, presságio de cegueira para aqueles que nasceram debaixo da sua influência (grau 29 de Touro). Mitos celtas e maias atribuem a construção dos sítios megalíticos, círculos de menires e pirâmides a um enigmático Povo das Estrelas e aos viajantes vindo das Plêiades.
A Mãe das Estrelas é uma divindade cuja antiguidade e complexidade foge à nossa compreensão racional. Ela abarca toda a vastidão e diversidade do universo, regendo o tempo e a ausência dele. Ao mesmo tempo é gentil e terrível, simbolizando criação e destruição, o milagre do nascimento de uma estrela e a explosão violenta de uma super nova. Tanto é a luz difusa e longínqua das nebulosas, quanto o calor do Sol, o brilho da Estrela Polar ou o mistério dos buracos negros. Para conseguir alcançar o seu misterioso e profundo poder, precisamos nos distanciar dos arquétipos e diversos nomes a Ela atribuídos ao longo dos tempos.
Podemos apenas imaginá-la como uma figura nebulosa formada pelas galáxias, cujos cabelos ondulam no movimento dos cometas e os seus passos são marcados pela poeira estelar. Seus olhos brilham como estrelas super novas, seu sorriso esquenta como os raios do Sol e Ela protege os viajantes da Terra, do mar e do espaço com suas asas radiantes. Seu elemento é a escuridão que abrange e conforta, mas também é a luz que brilha e guia. Seu halo cintila com cores estelares, do ultravioleta ao infravermelho, passando pelo azul, amarelo, vermelho ou simplesmente branco. Pode ser vista como uma Deusa Tríplice personificando a passagem do tempo ou apenas Mãe, pois Ela é a Fonte de tudo, o começo e o fim.
Para ouvir Sua voz no nosso coração e sentir o Seu abrangente abraço, precisamos apenas olhar para o céu estrelado e refletir sobre o movimento eterno e infinito dos planetas, estrelas, constelações e galáxias, círculos dentro de círculos, mundos dentro de mundos. Sentir a nossa pequenez de simples átomos do Seu corpo, mas também a nossa grandeza espiritual por sermos Suas filhas. Iremos encontrá-la se mergulharmos dentro de nós, na nossa alma, percebendo-a como nosso Sol e doadora de vida, a nossa estrela Guia. E, se quisermos refletir suas bênçãos, devemos irradiar nossa própria luz, como pequenas centelhas da sua gloriosa e radiante chama. Pois ela é a Mãe de todos nós, o Alfa e Ômega do Todo, a Senhora Estelar primordial.

   






A ORIGEM DOS FILHOS DAS ESTRELAS

O Cosmos é uma fusão de energias num determinado ponto do Universo, criando, a partir de um núcleo, divisões chamadas dimensões ou centros de energias de um Universo em formação.
Em cada divisão temos uma dimensão e em cada dimensão um aglomerado de Universos que, por sua vez, geram mundos nos 4 estados da matéria (gasoso, liquido, plasma e matéria).
A estes mundos podemos chamar de planetas. Locais onde a vida irá se formar nos seus estados mais primitivos, crescendo para estados mais evoluídos.
Nestes campos de experiências, as Centelhas Divinas, consciências em evolução, vêm habitar para seguir os seus processos de crescimento, para se tornarem consciências maiores, como minerais, vegetais, animais, seres humanos, seres cósmicos, mestres cósmicos, anjos, arcanjos e… Deuses de um Quadrante Cósmico.
Neste processo de expansão ocorrem os Big-Bang cósmicos, criando fragmentos de matéria, Nebulosas, Estrelas e Constelações… criando dimensões paralelas e mundos sólidos com possibilidade de vida.
Neste momento do processo de crescimento, o próprio Deus se divide em pequenos fragmentos… Centelhas Divinas… que são então espalhadas pelas dimensões para que haja vida e consciências pensantes… inteligências individuais… autoconscientes de serem parte de algo maior, mas também cientes de serem um ser único em si mesmo.
A partir deste momento as hierarquias criadas por este próprio Deus, começam uma caminhada evolutiva até o topo cósmico, gerando, assim, uma corrente de energia que alimenta e nutre de consciência de luz este ser em crescimento do qual a sua própria hierarquia é ele mesmo.
Os cientistas da Terra já descobriram que cada buraco negro é um Portal para outro Universo. Os buracos negros são Portais que estes Deuses em formação usam para se deslocar .

UNIVERSO DO ARCANJO MIKAEL

MIKAEL representa a energia da Luz geradora de toda vida neste Quadrante do Universo. É o Deus do nosso Sol Central… o Deus de nosso Universo… da Via Láctea.
O Deus do nosso Sol Central se localiza próximo ao Sol Central de Alcione, nas proximidades da Constelação das Plêiades. A vida foi gerada através do processo de vivência… Uma civilização foi se formando uma raça foi-se expandindo por todo o Quadrante: – LIRA.
Era extremamente avançada tecnologicamente e espiritualmente.
Um grupo de Lirianos foi enviado em missão para uma Galáxia mais distante numa das suas naves de Luz…

FORMAÇÃO DAS RAÇAS

O objetivo da missão era formar uma nova raça num novo lugar. Esta nova raça seria a fusão de energias positivas e puras de LIRA gerando uma nova vida que iria substituir a raça ancestral.
Foram geradas cinco raças brilhantes. Os nomes originais são outros, mas foram depois conhecidas aqui na Terra como: Draco, Órion, Antares, Arcturus e Plêiades.
  • DRACO – foi a primeira a formar estruturas físicas sólidas.
  • ORION – definiu a sua essência com mutantes que absorviam o conhecimento e nele experimentavam genéticas diferentes, e aplicavam tudo em si mesmos. Algumas raças Orianas chegaram a ser extintas por causa dessas experiências.
  • ANTARES trouxe o padrão emocional.
  • ARCTURUS – assumiu a responsabilidade pelo Portal da Vida… os chacras reencarnatórios.
  • PLEIADES – trouxe a busca dos conceitos de Equilíbrio e propagação da Energia Feminina. É raça mais próxima dos Lirianos.
Começou a haver problemas entre essas raças, cuja pureza ficou ameaçada pelas disputas existentes… o plasma vital já não mais irradiava energias sutis. Os Lirianos originais já tinham retornado em Luz à sua dimensão… já tinham cumprido a sua missão.
A partir desta ação todas as raças geradas a partir dela, e suas subsequentes iriam passar pelo processo de esquecimento de quem são, até reativarem a sua Centelha Divina e voltarem à Consciência Divina.
Às raças futuras restará absorverem conhecimentos passados por mestres cósmicos, enviados com a missão de prepararem o despertar de cada Centelha Divina;
… um grupo chamado de Confederação de Órion… coordenado por seres das cinco raças, com o apoio do Comandante Pleiadiano Jeová, formaram uma Aliança entre as raças.
Arcanjo Mikael convocou das dimensões superiores um Ser de muita Luz. Com o apoio do Arcanjo Gabriel… Este ser que foi chamado por Mikael, representa o Princípio Positivo do Ser Interior… a nossa Centelha Divina… o nosso Eu Superior… a nossa Presença Divina EU SOU. O seu nome cósmico é ASTHAR SHERAN.
Este cenário aconteceu na quinta dimensão. Este processo segue como um eco, repetindo-se em todas as outras dimensões inferiores. As mesmas lutas continuam a ser travadas… Para ouvir a voz interior… a Presença Divina EU SOU… O Santo Ser Crístico que habita o nosso coração… a nossa conexão com DEUS PAI/MÃE.
Assim, com o Comandante Pleiadiano Jeová… que foi semeador de vários mundos… Órion e Draco também fizeram as suas incursões pelo Universo.
Na 4D as raças seguem o seu curso evolutivo gerando novas raças. Os Sirianos geraram raças valentes de navegadores cósmicos.
Uma característica marcante nestas raças é a ligação entre elas pelo fluxo de pirâmides em todos os planetas.
As mesmas pirâmides são encontradas na Terra, Vênus e Marte.
Quando estas raças novas e as cinco raças-raiz iniciaram a colonização de planetas da 4D, precisaram de uma estrutura física mais forte e de constituição cristalina…densa e sólida. Por isso os seres de Vega contribuíram com formação de genéticas bem desenvolvidas.
Na 4D também houve ajudas espirituais ou energéticas das Mônadas-Mãe, pois elas são sempre presentes e constantes na criação de novas vidas. Além da migração das cinco raças anteriores para este Quadrante em poderosas naves… assim como a vinda dos seres de Sírius… que, na fusão com as raças mais puras como os Pleiadianos e os Arcturianos… deram origem aos Tauceti e aos Eradanus.
Outras raças foram aparecendo da formação de Órion e Antares, como os seres de Procyon, que depois deram origem a uma nova Ordem Espiritual que se estenderia por todas as suas colônias.
Há ainda o caso dos seres de Órion que, tendo sido escravos de raças, ao alcançarem a sua liberdade buscavam lugar para firmar a sua nova e pequena população – os Zeta Reticuli, que quer dizer, gerados de uma célula ou retículo celular que, na verdade, são clones com consciência grupal.
Então na sequência de crescimento das raças de 4D temos as novas 7 raças:
  • Sírius A e B, Vênus, Marte
  • Tauceti – Eradanus
  • Plêiades
  • Arcturus – Antares
  • Procyon
  • Vega
  • Rigel – Órion – Zeta Reticuli
Toda estas raças são descendentes da 7D e 6D, sendo que os Sirianos trazem também uma origem paralela com os Lirianos. Há um grupo de seres Pleiadianos que também migrou de dimensões maiores sem passar por Lira. Os Vegalianos também têm uma linhagem mais direta da fonte de origem.
As raças da 4D seguiram o curso evolutivo buscando as suas características individuais e a perda da consciência com o Todo, gerando uma forte identidade individual – o Ego. Novamente aconteceram conflitos. Era a geração de medos ou impérios de força e controle.
No seu processo de expansão, estas raças deram origem a 12 raças, as quais se espalharam pelo Universo de 3D, ampliando ainda mais o horizonte de possibilidades, enfrentando as dificuldades dos planos mais densos cobrindo ainda mais as membranas plasmáticas do cérebro dessas raças gerando mais esquecimento de desagregação da Fonte Original.
Na 3D, novas raças lutaram para se auto-afirmarem fugindo dos padrões geradores de tanto medo, sofrimento e ódio. Neste Quadrante do Universo 3D floresceram muitas virtudes e características, materializadas pela densidade deste plano.
A partir das 7 raças da 4D, apareceram mais cinco raças totalizando 12 raças… as 12 tribos:
  • 1. Sírius B
  • 2. Sírius A (Marte)
  • 3. Tauceti Eradanus
  • 4. Vênus (Marduk)
  • 5. Pleiades
  • 6. Antares
  • 7. Arcturus
  • 8. Procyon
  • 9. Vega
  • 10. Rigel
  • 11. Draco
  • 12. Órion (Zeta Reticuli).
Foi na 3D que surgiu a intenção de que, nos próximos mundos a serem colonizados, se gerasse uma raça de seres puros – o elo entre todas as raças – o ADAM, o elo inicial.
Durante a formação da estrutura genética da raça atual, outras vieram como missionários para cumprir missões de apoio e renovar o contingente de seres de manutenção das raças intraterrenas, marítimas e de bases fixas próximas da Terra.
Os intraterrenos: Laquins, Tot, Betamix e Lomax, são responsáveis por inúmeras missões de cura do planeta e das hierarquias de pessoas ligadas a eles. Algumas pessoas que estão Despertando sabem que já estiveram em cidades abaixo do solo e que eram pessoas diferentes. São lembranças de uma vida entre estes povos guardiões de Gaia – a Mãe Terra.
Os seres aquáticos também têm várias funções… assim como os Reptilianos, os Auananos, os Aqualux (descendentes dos Atlanteanos/Lirianos e dos Sirianos que estiveram aqui há muito tempo). Nos mares e nos labirintos profundos da crosta da Terra existem cidades.
Seres de outras raças só tiveram permissão para vir em forma de missionários, a partir de 10.500 AC quando do término da construção da Grande Esfinge, marcando a era de Leão.
A Confederação dos Planetas autorizou um plano de ação para Despertar os outros seres extraterrestres adormecidos que nasceram aqui, mas não conseguiam sair do código de vidas sequenciais … o ciclo cármico da Terra.
Uma segunda equipe viria em emergência a esta primeira que, ao renascer, esqueceu da missão, pois a densidade planetária é muito alta. Esta segunda missão veio há 4.000 AC e é o grupo de seres mais Despertos, pois já vinham prevenidos para não passarem pela mesma experiência do grupo anterior.
Além das 12 raças raiz que formaram o DNA da raça original da Terra, podemos citar ainda: Capela, Andrômeda, Capricórnio, Canopus, Pegasus, Ganimedes, Orfus, Humus, Altair.
A CONFEDERAÇÃO DOS PLANETAS é um grupo de seres físicos e não físicos de muitos reinos que se unem para alguns propósitos:
  • Despertar a humanidade.
  • Evitar um número crítico de explosões nucleares na Terra, que pode causar uma fenda na estrutura do tempo/espaço… afetando toda a galáxia
A raça humana é responsável por si mesma …
Do livro A ORIGEM DOS FILHOS DAS ESTRELAS (A. Rodriguez)

http://nososarcturianos.blogspot.com.br
sandramluz2011@gmail.com
fonte – https://www.decoracaoacoracao.blog.br
http://aumagic.blogspot.com/2012/08/a-origem-dos-filhos-das-estrelas.html
Fonte: Nós, Os Arcturianos

  








UM POUCO DE HISTÓRIA - OS EXILADOS DE SÍRIUS

Os Exilados De Sírius
Não foram apenas capelinos os exilados que aportaram na Terra e atuaram intensamente no
seu processo evolutivo.
Ramatís nos esclarece:
“Estavam instaladas no orbe terrícola as condições básicas para a influência dos Maiorais siderais e das instâncias de grau mais elevado no planejamento cósmico; e para a vinda, de outras
constelações, de espíritos mais evoluídos, que trariam conhecimentos e acompanhariam emigrados exilados, que não tinham condições morais de permanecer naquelas instâncias mais evoluídas.
Chega, então, enorme agrupamento de espíritos emigrados, que se estabelecem e formam colônia no Astral da antiga Lemúria e da Atlântida. Os sacerdotes iniciados, líderes daquelas colônias astralinas, trazem consigo o conhecimento esotérico Aumbandhã, significando a própria “Lei Maior Divina”.
Eram de grande mentalismo; dominavam, com desenvoltura rotineira, o que se designa em vosso vocabulário atual como transmutação alquímica, fluidologia e ectoplasmia curativa, materialização e desmaterialização, magnetismo e cromoterapia, desdobramentos dos corpos mediadores físico,
etérico, astral e mental; controlavam, perfeitamente, os elementais, nas suas sete gradações ou sete planos de manifestação. Esses elementais, formas energéticas neutras – não são positivos nem negativos, nem bons nem maus – eram utilizados pelos sacerdotes, magos brancos atlantes, que assim arregimentavam as forças ocultas necessárias à magia, à construção e à evolução das criaturas.
Os lemurianos e os atlantes de pele vermelha não foram procedentes do satélite de Capela, da constelação do Cocheiro;  vieram de um outro orbe, do sistema estelar de  sirius, em que o Sol é uma estrela de intenso amarelo-ouro, inigualável em sua beleza, num mesmo movimento espiritual de transmigração que trouxe os capelinos. Adoradores do Sol, irrepreensíveis magos e alquimistas, transmutavam os metais grosseiros em ouro.
Os capelinos, de cútis branca, tinham uma estrela distante, de minguados raios solares como claridade das manhãs invernais, a iluminá-los. Não por acaso, semelhantes em evolução e em conhecimentos iniciáticos aos de pele vermelha.
Esses migrados, impostos à força coercitiva animal de corpos rudes e primitivos, teriam que adaptar-se à vida selvagem, de condições climáticas inóspitas e perigosas da Terra de então.
Latentes, em sua memória astral, todos os conhecimento e realizações adquiridos anteriormente, contribuiriam para a evolução dos espíritos hominais terrícolas. Por intercessão de espíritos superiores e amorosos, que os acompanharam nessa migração,e por deliberação dos engenheiros siderais, permitiu-se a formação dessa raça vermelha em vosso orbe.
Da amálgama dessas duas raças provenientes de outras paragens do Cosmo, enxotadas do Éden remoto, após os cataclismas que afundaram as civilizações lemuriana e atlante, obrigando-as à migração, constitui-se em solo brasileiro o tronco indígena Tupi, mais avermelhado, e de outro lado do oceano o tronco dos Árias, um misto dessas duas raças-mãe, cujos descendentes foram os celtas, os latinos e os gregos.
A sua pele avermelhada, que originalmente fazia parte da configuração perispiritual dos emigrados, se fez presente quando da reencarnação daqueles exilados. Desventuradamente, deixaram-se levar pela ambição desmesurada e pela magia negra, quando utilizaram todos os conhecimentos iniciáticos milenares gananciosamente, em proveito próprio e para o mal.
Muitos espíritos daqueles antigos lemurianos e atlantes da raça vermelha, que eram exímios curadores, e que em vidas passadas foram alquimistas a serviço das organizações trevosas e dos magos negros e que muito manipularam os elementais da natureza, estão reecarnados e comprometidos com o desiderativo curativo dos semelhantes dos dois lados da vida”.

Chama Crística - Ramatís - Norberto Peixoto - Editora do Conhecimento

1 Sendo um deles o próprio Ramatís.
2 Os atlantes de pele vermelha foram a sub-raça dos toltecas, que formaram, 
entre outras, as nações pele-vermelhas da América do Norte e os incas originais. 
Sua espiritualidade e avançada organização social são ecos de um conhecimento 
longínquo (Notas do Redator).
PESSOAS LINDAS, NO AQUI E NO AGORA! EU SOU O AMOR É COCRIO TUDO O QUE EXISTE EM MIM E EMTORNO A MIM: SAÚDE, PAZ, SERENIDADE, PROSPERIDADE E ABUNDÂNCIA!


   


"Que esses escritos levem amor ao teu coração.
Que tudo que é trevoso se afaste de ti.
Que tu te encantes com o presente da vida.
Que tua alma seja curada na luz.
Que teus pensamentos sejam justos.
Que tuas mãos sejam curadoras.
Que teu trabalho te dignifique.
Que tu sejas querido na prece dos outros.
Que teu olhar revele o brilho do Eterno.
Que tu tenhas consciência da Sagrada Presença*.
Que tu vejas algo lindo, mesmo num dia cinzento.
Que tu não deixes passar um grande amor...
Que teu coração seja generoso, como o sol.
Que teus passos sejam honrados.
Que a perda de alguém querido não te seja um fardo.
Que os reveses de tua vida sejam lições de sabedoria.
Que tu aprecies muitas canções, e te encantes com elas.
Que tu não tenhas medo de amar.
Que tuas emoções não te sejam um peso.
Que tu honres aos teus pais e teus ancestrais.
Que tu sejas um bom exemplo de vida para teus filhos.
Que tu atravesses a vida com assombro e admiração.
Que a chuva lave tuas mágoas e te renove o viver.
Que tu saibas te abrir, para a vida te dizer algo justo.
Que teus lábios estejam sempre fechados para queixumes.
Que, por mais que te atentem, não traias teu coração.
Que tu saibas perdoar, aos outros e a ti mesmo.
Que tu tenhas sabedoria para corrigir teus erros.
Que tu não vejas a cor da pele dos homens, mas a luz neles.
Que o mal não faça morada em teu coração.
Que tu não valorizes aquilo que rebaixa o teu espírito.
Que nada te afaste da luz e do amor verdadeiros.
Que tu estejas sempre num círculo de luz.

(Dedicado ao meu grande amigo e poeta gaúcho Cloves Fortes Pain, que, há 17 anos, se mandou de Porto Alegre e foi morar no Céu; e ao meu grande amigo paulista Edmilson Federzoni, que foi quem me trouxe do Rio de Janeiro para morar e trabalhar em São Paulo, há 21 anos, e que, para minha grande alegria, me informou hoje que será pai pela primeira vez.)

Paz e Luz.
Amor e Presença."

(Uma Prece Para O Melhor Do Teu Ser- Com ALMA Celta Em Coração De Menino-
- Wagner Borges – pequeno coração nas ondas de um Grande Amor...

São Paulo, 19 de fevereiro de 2009.

* A Presença – metáfora celta para o Todo que está em tudo. Quando os antigos iniciados celtas admiravam os momentos mágicos do alvorecer e do crepúsculo, costumavam dizer: “Isso é um assombro!” E assim era para todas as coisas consideradas como manifestações grandiosas da Natureza e do ser humano. Ver o brilho dos olhos da pessoa amada, a beleza plácida da lua, a alegria do sorriso do filho, ou o desabrochar de uma flor eram eventos maravilhosos. Então, eles ousavam escutar os espíritos das brumas, que lhes ensinaram a valorizar o Dom da vida e a perceber a pulsação de uma PRESENÇA em tudo. A partir daí, eles passaram a referir-se ao TODO QUE ESTÁ EM TUDO como a PRESENÇA que anima a Natureza e os seres. Se a luz da vida era um assombro de grandiosidade, maior ainda era a maravilha da PRESENÇA que gerava essa grandiosidade. Perceber essa PRESENÇA em tudo era um assombro! E saber que o sol, a lua, o ser amado, os filhos, as flores e a Natureza eram expressões maravilhosas dessa totalidade, levava os iniciados daquele contexto antigo da Europa a dizerem: “Que assombro!” Hoje, inspirado pelos amigos invisíveis celtas, deixo registrado aqui nesses escritos o “terno assombro” que sinto ao meditar na PRESENÇA que está em tudo. E lembro-me dos ensinamentos herméticos inspirados no sábio estelar Hermes Trismegisto, que dizia no antigo Egito: “O TODO está em tudo! O Inefável é invisível aos olhos da carne, mas é visível à inteligência e ao coração.” O TODO ou A PRESENÇA, tanto faz o nome que se dê. O que importa mesmo é a grandiosidade de se meditar nisso; essa mesma grandiosidade de pensar nos zilhões de sóis e nas miríades de seres espalhados pela vastidão interdimensional do Multiverso, e de se maravilhar ao se perceber como uma pequena partícula energética consciente e integrante dessa totalidade, e poder dizer de coração: “Caramba, que assombro!”


Texto <912><20/02/2009)

E, SEMPRE, COMO SEMPRE, ENQUANTO SEMPRE, PRECISO , FOR !

"Divino Criador, Pai, Mãe, filho - todos em um.
Se eu, minha família, os meus parentes e antepassados ofendemos Sua família, parentes e antepassados em pensamentos, fatos ou ações, desde o início de nossa criação até o presente, nos pedimos o Seu perdão. Deixe que isto se limpe, purifique, libere e corte todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas. Transmute essas energias indesejáveis em pura LUZ. E assim é.
Para limpar o meu subconsciente de toda a carga emocional armazenada nele, digo uma e outra vez durante o meu dia as palavras-chave do Ho’oponopono.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Declaro-me em paz com todas as pessoas da Terra e com quem tenho dívidas pendentes. Por esse instante e em seu tempo, por tudo o que não me agrada de minha vida presente
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Eu libero todos aqueles de quem eu acredito estar recebendo danos e maus tratos, porque simplesmente me devolvem o que eu fiz a eles antes, em alguma vida passada.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Ainda que me seja difícil perdoar alguém, sou eu quem pede perdão a esse alguém agora, por este instante, em todo o tempo, por tudo o que não me agrada em minha vida presente.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Por este espaço sagrado que habito dia-a-dia e com o qual não me sinto confortável.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Pelas difíceis relações das quais guardo 9somente lembranças ruins.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Por tudo o que não me agrada na minha vida presente, na minha vida passada, no meu trabalho e o que está ao meu redor, Divindade, limpa em mim o que está contribuindo com minha escassez.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Se meu corpo físico experimenta ansiedade, preocupação, culpa, medo, tristeza, dor, pronuncio e penso: Minhas memórias, eu te amo! Estou agradecido pela oportunidade de libertar vocês e a mim.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Neste momento, afirmo que TE AMO. Penso na minha saúde 4emocional e na de todos os meus seres amados… TE AMO.
Para minhas necessidades e para aprender a esperar sem ansiedade, sem medo, reconheço as minhas memórias aqui neste momento.
SINTO MUITO, TE AMO.
Minha contribuição para a cura da Terra:
Amada Mãe Terra, que é quem Eu Sou…
Se eu, a minha família, os meus parentes e antepassados te maltratamos com pensamentos, palavras, fatos e ações desde o inicio de nossa criação até o presente, eu peço o Teu perdão deixa que isso se limpe e purifique, libere e corte todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas, transmute estas energias indesejáveis em pura LUZ e assim é.
Para concluir, digo que esta oração é minha porta, minha contribuição, à tua saúde emocional, que é a mesma minha, então, esteja bem. E na medida em que você vai se curando eu te digo que...
Eu sinto muito pelas memórias de dor que compartilho com você.
Te peço perdão por unir meu caminho ao seu para a cura.9
Te agradeço por estar aqui para mim...
E TE AMO por ser quem você é."
Ho’oponopono, Oração Original
Morrnah Namalaku Simeona
GRATIDÃO AOS MESTRES ASCENSIONADOS E SUAS HIERARQUIAS E AO INFINITO "EU SOU" QUE NOS AMA, GUIA E ENVOLVE!

Isaura Lamat kin 8

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